
Eu vejo jovens morrendo Valem mais do que seus versos sobre corrente Eu sigo sempre doente Sendo câncer do Estado, eu tenho alcançado mentes Mas eu to esperto Bem vindo ao deserto Aqui tudo é de gelo Pro seu desespero Eu sou feito de aço Pisei descalço Dobrei meu joelho, não fiquei calado (yal) Nada contra as roupas de marca Nem todas essas letras sem caos Nem sei como isso me afeta Talvez seja o início, a mudança da era Eu esqueço meus vício (yal) Adolescência e drogas, isso é tão comum Depressão é a doença do século XXI Afasta esse demônio de perto do meu ouvido Eu não quero mais pensar em puxar o gatilho Quero ver meus manos numa vida bem melhor De Rolex na pista com uma gata, sem pó Sim, mas eu também tô com uma vontade de Dispensando endola, eu quero dólar com rima Esquece desses caras que só te põe pra baixo Enquanto eles fala, eu to mirando tão alto Entende meu bem que nem que eles paguem Alguém pra tocar o seu hit na rádio Vai ter menos vira que nossas batida Porque nós não 'tamo imitando ninguém Antes d’eu me transformar numa máquina Vou gravar todas minhas lágrimas Tipo Ragna, tipo magma Ou o tiro de uma Magnum Voltei pra pegar tudo o que é meu Vou calar quem desmereceu Vou tomar de assalto Eu não deixo baixo Eu não passo pano Eu não sou teus mano Eu ainda quero aquele Quero que se foda quem riu de mim Quero cuidar de quem teve aqui Hoje tem quem depende de mim (hey) (Eu não quero ver jovens morrendo) (Eu não quero ver jovens morrendo) (-ero ver jovens morrendo) (Eu não quero ver jovens morrendo) Não quero ver jovens morrendo Não quero ver jovens morrendo Não quero ver jovens morrendo Eu não quero ver jovens morrendo Quem escuta meu som sente minha alma Abaixa essas armas, eu te abraço Eu fumo contigo todo esse maço Nascido em março, eu sou filho do mar Chega de guerra, chega de morte Jovens são fortes e tão frágeis A paz é miragem e a margem do caos da sociedade Hey left guys Foi a punição Desculpem seus pais, era obrigação Eles não entendem a geração porque proibimos a proibição Pichamos as paredes do quarto Trouxemos ervas pra casa (hey) Fugimos com Gritamos «a polícia é covarde!» Me diz como não ser louco Nascer num milênio e morrer no outro Tipo Van Helsing não mexe Nem medium não mede o mal que habita em mim Todos manos que não nascem pra seguir ninguém Todas minas que não nascem pra casar com alguém Todos niggas que nasceram pra ser livres vem Levantem seus copos pro alto hoje eu quero foder com a cidade Eu nem sei por que me pergunto tanto Já faz tempo que parei de contar com os manos Tô focado nas metas, calculando ganhos Chegado em disco eu dedico pro Sampa Eu esperei com calma minha hora chegar Escutando essa obra, minha alma enxerga Juro que atravessei um deserto Hoje só quero poder gritar Não quero ver jovens morrendo Não quero ver jovens morrendo Não quero ver jovens morrendo Eu não quero ver jovens morrendo
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