
Eu lembro de ficar pa trás com, tudo contado ao meu lado Contudo eu contava contigo na carga contava segundos com vagos milésimos Dava, números em troca de invernos metade recursos metade de impérios Momentos turvos emporios e séries mais perfume notório mistério pois A compra vendia-me a alma vendava-me a cara, mas Contigo eu na cama sonhava perdido no lado ao qual rebolara Agora, tudo é turvo e se não curvo, espeto Ontem pus o pé, bem a fundo mas no fundo espero Progresso confesso padeço de nostalgia no meu berço Tudo tem um penso e eu penso mostrar alegria no que exerço Tu vê, se no reverso vês me a esquivar entre atalhos Eu pago o preço do desgosto com o meu íntimo em retalhos Tou convicto e convencido que o vencimento é ambíguo Quem é que quer ter vinte dígitos sem ser real e contínuo Eu sintonizo a mente e vivo Eu continuo o mesmo e digo Refrão: Tu vais sonhar, Tu vais vencer Mas pa creditar tens de acreditar e conter Eleva a fasquia na mira obtém chefia Confia na visão viva evita desvanecer Tu vais sonhar, Tu vais vencer Mas pa creditar tens de acreditar e conter Priva quem desvia-te da tua via e opina Contra a tua visão digna inclinada a engrandecer A um passo do futuro a dois do passado enquadra o presente Minha guarda asseguro lições no meu saldo nem contado só vendo Vejo o tal que se ofende, vejo mal que se ostenta, vegetal num palco a matar o seu tempo É letal dizendo cada qual diferente, enfrentam paredes, decalcam terreno, conterrâneo Nunca pirateei algum crânio, daí ser abundante o meu ânimo Magnânimo sou e dou dobras como num origami Ora a hora é esta, molly embora é festa Mas pra mim afasta isso esse vício só infesta Badaladas já não conto, confronto que se ultrapassa Mal amadas histórias conto, conforto com uva passa Contorço-me em chuva gasta, nefasta que me arrasta Pra uma vasta diversidade de nulidade que me desgasta Perspectivas lúcidas agora criticas Constantes, constata que, se abusas abdicas Evita e lima aspectos, eu combino efémeros cadernos Ouve e me entendes e tendes talvez a uma solução digna Refrão: Tu vais sonhar, Tu vais vencer Mas pa creditar tens de acreditar e conter Eleva a fasquia na mira obtém chefia Confia na visão viva evita desvanecer Tu vais sonhar, Tu vais vencer Mas pa creditar tens de acreditar e conter Priva quem desvia-te da tua via e opina Contra a tua visão digna inclinada a engrandecer
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