
Não parem o scratch Enquanto houver nessa política ainda corrupção Peço aos meus DJ’s, façam um favor pra mim: Não parem o scratch Que ninguém pode dormir, ninguém pode vacilar Em tempos de eleição, se liga, vou te ligar Pois liga o pilantra, olha o safado querendo te roubar Falando em grego, manda beijo, ele quer te iludir Tome cuidado, fique esperto Olhe de lado, dedo ereto Quando ouvir promessa de cerveja em nossos carnavais Todo poder em nossas mãos como tem o DJ O disco sobre sua vontade em se manifestar Enquanto existe um plano que é mais um imbróglio Que só atinge ao seu salário, esquece o oligopólio Enquanto o lucro chega abundantemente Para o bolso dos banqueiros E todos nós, doentes, sem conviver com a situação Que nunca melhora como nunca se viu É tanta e o filho da puta, puta que pariu Lucra mais se a inflação chegar a cinco mil Mais chega disso aí, vamos gritar, eu trouxe os meus DJ’s Tragam fogos, batendo panelas, tocando os apitos e gritos No beat sapeco os scratches no som dessa rap Eu requisito aos meus DJ’s, é hora de lutar Ataquem, barulho, sapecos, disparos em leck Não seja um cuzão, não fuja da raiva Não parem o scratch (não, não, não) Se o bicho pega pro teu lado, vem, um abraço Não parem o scratch (não, não, não) Não seja um cuzão, não fuja da raiva Não parem o scratch (não, não, não) Se o bicho pega pro teu lado, vem, um abraço Athalyba Man empunha uma metralhadora Cuspindo palavras, verdades cortantes, feras, canalhas E a firma vai fazendo scratch Com barulhos estampidos, grunhidos, sapecos, disparos em leck Pra acordar a população pra importância do voto e participação Não me venha falar que não (não) Que seu voto não vale, não fode, não fede, nem cheira Que essa coisa de eleição é uma tremenda besteira Miséria, doença, mazela e todo mal que se aplacar No fundo é consequência do seu erro ao votar Então alinhe suas canetas aos nossos scratches Enquanto houver poucos com muitos e muitos pobres sem nada Vamos dar um fim em toda a palhaçada Pedindo aos meus DJ’s que, por favor, não parem o scratch Está lançada a sorte, morte à indiferença, ao conformismo Daquele que sofre, mas, porém, não se mexe Não seja um cuzão, não fuja da raiva Não parem o scratch (não, não, não) Se o bicho pega pro teu lado, vem, um abraço Não parem o scratch (não, não, não) Não seja um cuzão, não fuja da raiva Não parem o scratch (não, não, não) Se o bicho pega pro teu lado, vem, um abraço Hey, vamo atacar, não quero saber Vai se foder, não venha me dizer É botando pra fora, quem nos enrola não deixo ficar Vire, se vire, revire, revirando o jogo, nós vamos ganhar Deixar pra ver, pra ver como que vai ficar Vai se danar, quer me ferrar? Que porra, isso tem que acabar É a hora, caneta pra fora, cabeça dahora e ninguém vacilar Vai Você concorda? Athalyba Man dá a cara pra tapa se o voto não puder mudar A situação que o próprio homem coloca Somente o próprio homem poderá mudar E fazer, e mexer, alterar A sua indiferença não trará resolução caneta no papel e voz tomando a rua Estão apostos meus DJ’s, beat devastador (Vamos nós) todos em conjunto, nós temos valor Que o meu comando seja seguido de atitude Das canetas empunhadas pra derrocada do inimigo Agora ordeno aos meus DJ’s é hora de atacar, disparos em leck Ação continuada mesmo no fim desse rap Não seja um cuzão, não fuja da raiva Não parem o scratch (não, não, não) Se o bicho pega pro teu lado, vem, um abraço Não parem o scratch (não, não, não) Não seja um cuzão, não fuja da raiva Não parem o scratch (não, não, não) Se o bicho pega pro teu lado, vem, um abraço Disparos em leck
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