
Dança dos ratos cozinheiros, fosgênio em cafeteiras Ensopo inveja com crustáceos; quem crê alcança as freiras Fé sem dois copos de cerveja, fracos covardes se dizendo Eustácio Proscrito após fornecer carona a Elias, dito biblicamente Parúsia dos obstinados; Sendo um Neo; intimido oldies Ouros dourados: dúzias — até o malboro é gold Sigo meu araketu (nega); pra deixa-los num harakiri Fugacidade dos motoboys Gajo com tora josu é um droqua de Delacroix Trismesgisto do entulho, preferi a metamorfose Nega, seu bálsamo é pornográfico Transporta doses de utopia de Janeiro a Julho E possibilita que vejamos-os de Júlio; no tráfego De almas mortas do gráfico a porta das saunas que corta as calmas azágua-vivas mais tortas do tráfico Visão trigonométrica (aham) Preta, eu sou problemático Preto apelão difícil de segurar Khali use seus braços (2X) Raro como Helder Putaria (nega) Então no freestyle: Abra Cadabra Você sabe que menino kolx que tem a levada Clássico como Romário, real life hack Cês ainda são muito muleque e iniciantes nesse bomba pap Bomba Patch, falei errado, (foda-se, foda-se) Foda-se o Bomba Patch, eu quero uma maconha check Escuto o beat e tromba cresce, enquanto isso a ronda desce Bebendo Balalaika, nos branco bala, lá e cá, mano Bebendo Balalaika, nos branco bala, lá e cá, hey, ah Tipo clássico como Chimbinha, hey, clássico como Chimbinha, mano, clássico como Chimbinha, um beijo Trevo Jovem Senpa fechado com a Under, meu piva, eu droguei minha caneta, yeah Underismo não é bonde do Kannário mas em Salcity balança, hey (Salcity Balança) Três agentes contratadas pra limpar as garras de uma pantera negra, hey E ao chegar no cafofo tenho Day Mccarthy fazendo minhas tranças, yeah Deus, bote aquele fino do céu, fudendo e abolindo com a princesa Isabel, yah Foda-se o auto móvel, piva, eu tenho auto estima e veja quantas Joaquina quer rodar em meu carrossel Os preto paloso é chique, até a Hermione castela nos bruxo Todo mundo me odeia nessa desgraça mas não vejo bicho pra Caruso Desgraça Hoje tem culto da Under Tem canivete, uma cabra, café, Paulo Coelho, Raul Seixas, Ponciano filmando, Lúcifer fudendo, uns crente gozando Um gozo, um guizo, Flip vomitando Num crânio já bebo com meu «dieru» Eu podia tá roubando, eu podia tá matando, e tô mesmo Roubando a faixa e matando o beat Ô Pablo Vittar me chama pro feat Num «buzu» escolar pra levar Escobar na escola Mas oh criancinha sem limite, capite? Faço o que der na telha Fiz Gabriela, Capitu na mesa Trevo Flow Dom Casmurro De rolê no meu Batmóvel negô No meu carona a Betty Boop (ei) Se eu produzir todos os meus beats negô Eu viro Ogan do Fruity Loops (ha) Pelo meu dom zelo (hey) Um beijo no grelo donzela (hey, ah) MC’s fudidos não fodem com o beat por isso são tudo donzelos Brancos pagam meu cachê, brancos pagam meu ingresso Eu toco nos palcos mais caros, e os brancos tocam em matinê Vá se fuder, caralho, vá se fuder (Underismo clothing nego) Pode botar a tropa pra bater de frente, a Underismo engole você Ares, demônio, racista reverso Mar que não abre eu andei por cima, não é atoa que eu tenho Jesus no nome Bolei esse com papel da bíblia, entendi o sentido na frase «só deus salvará» Aguardando pra ver se de fato café moverá montanha, escrevendo com a bic preta e o papel queimando só pro ele ser Branco Bem pigmentado pra deixar escuro a quem essa herança toda pertence Eu não sei quem ta mais bem armado, se é eu, Django, Rango, o meu cabelo, mas sou Free como o beat que usamos pra ser seu vilão, seu herói Dos «Macklemoriano» pesadelo, cês são falação igual banco imobiliário E eu querendo mobiliar com meu futuro saldo bancário E os paga pau já nos chamam de playboys só porque sou bomba igual Braga Boy, correndo na pista, vocês na esteira, só na lista negra Nessas ruas loucas, Flow Juliano Moreira (Tudo Under, A.K.A Ponci) Brancos querem ser Nego Drama, letrista do ano é o Luan Santana Eu quero grana, Skol e não Brahma, avisa ao Fabão que chegou da escama Flow Dimas, me chame de maestro, se eu to no mic é tipo Frank Castle Somos Gucci Mane, cês são Gucci Gang, estão inspirados em ser covardes como Naldo Benny Não sou cordeiro do seu carnaval, sou menino bom, bem malandro e se boiar é «vrau» Visão Selassie, ouvindo Dazarie, somos Besouros do seu carnaval pondo pra fuder Vemos o futuro, traçamos linhas mas tire seu nariz daqui que essa porra não é farinha Vemos o futuro, traçamos linhas mas tire seu nariz daqui que essa porra não é farinha
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